Archives mensuelles : juin 2009

02/07/2009: Don Foresta débat avec Eduardo de Jesus & Carlos Henrique Falci à SIANA Brésil

Don Foresta

Don Foresta é artista e pesquisador especializado no estudo do uso de novas tecnologias como instrumento criativo. Há 25 anos, tem trabalhado no desenvolvimento da internet como ferramenta artística e, atualmente, coordena uma rede online para experimentação nas artes, na educação e na cultura. Com nacionalidades francesa e norte-americana, Foresta é graduado pela University of Buffalo (USA) e doutor em Ciências da Informação pela Sorbonne na França.

Nascido em Buffalo, Nova York, Don foresta é mestre em História pela Johns Hopkins, School of Advanced International Studies.  Doutor em Ciencias da Informação Universidade Paris II (Sorbonne-Panthéon), foresta é naturalizado francês desde 1996.
Em 1961, Foresta entra para o serviço diplomático americano. Várias funções lhe foram confiadas na África, em Washington e Paris. Após ter ocupado o posto de Director do Centro Cultural Americano em Paris de 1971 á 1976, deixa a função diplomática. Obtem então da Fundação Rockefeller uma bolsa para realizar sua primeira criação em vídeo para a Public Broadcasting Service em colaboração com o videasta Nam June Paik. Em 1976 Foresta cria o departamento arte-vídeo na Ecole Nationale Supérieure des Arts Décoratifs e, atualmente, é professor de interação multimidia na Ecole Nationale Supérieure d’Arts, Paris/Cergy. Foresta é também Pesquisador associado ao departamento de mídia comunicação da London School of Economics. http://www.donforesta.net/

 

Eduardo de Jesus

 


 

Eduardo de Jesus é graduado em Comunicação Social (PUC-Minas), mestre em Comunicação (UFMG) e doutorando na ECA-USP. É professor da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC-Minas onde integra a equipe do CEIS – Centro de Experimentação em Imagem e Som. Faz parte do Conselho da Associação Cultural Videobrasil. Coordena e atua como curador dos projetos “Circuito mineiro de Audiovisual” e “Imagem-pensamento”.

 

 

 

 

 

Carlos Henrique Falci

 

Doutor em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina, com a tese « Condições para a produção de cibernarrativas a partir do conceito de imersão ». Mestre em Ciências da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais (1997). Graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal de Minas Gerais (1993). Atualmente é professor Adjunto III da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Tem experiência na área de Comunicação, pesquisando principalmente os seguintes temas: ciberliteratura, narrativa hipertextual, criação literária em meio digital, arte digital e comunicação. Em 2002 organizou, conjuntamente com outros autores, o livro « Cultura em fluxo », pela Editora da PUC Minas.


Datas: 02.07.09

Horário: 9h – 12h

Local: Auditório UFMG

Endereço: Avenida Afonso Pena, 1.534, Centro – Belo Horizonte

 

L’équipe SiANA France se présente à SIANA Brésil

Comitê SIANA França

 

Direção e Organização Geral

 


Bruno Salgues, Presidente SIANA France, Professor/Pesquisador Instituto TELECOM & Management SudParis.

 

Bruno Salgues é presidente da SIANA e professor do Institut Télécom da França. Membro do grupo que permitiu a criação do sistema de telefonia celular GSM, através do Groupe Spécial Mobile (1981 a 1987), Salgues foi considerado pelo jornal francês Libération uma das 50 pessoas que mais dinamizam o mundo das telecomunicações em França. Foi igualmente considerado pela revista New Biz uma das 100 pessoas que realmente dinamizam a França.

 

Salgues se interessa principalmente às novas formas e usos das tecnologias e atua há anos em diferentes países. Bruno Salgues é também membro ativo do Sommet Mondial sur la Société de l’Information, lançado pela ONU e do Centre de la Chanson Française, instituição francesa que promove jovens artistas que decidem praticar a musica profissionalmente.

 

 

 


 

Monica Guillouet-Gélys, Vice Presidente SIANA France, Diretora do Théâtre de l’Agora, Scène nationale d’Evry et de l’Essonne.

 

 

 

 

 



 

 

Hervé Pérard, Coordenador Geral SIANA France, Secretário Adjunto de Cultura da cidade de Evry, França.

 

 

 

 

 

 

 

 

Direção Comitê Científico SIANA France

 


 

 

 

Jean-Luc Moriceau, Professor/Pesquisador Instituto TELECOM & Management SudParis.

 

 

 

 

 

 

Direção Comitê Artístico SIANA França

 


 

 

 

 

Nicolas Rosette, Diretor Multimídia do Théâtre de l’Agora, Scène nationale d’Evry et de l’Essonne.


Datas: 01.07.09

Horário: 9h – 12h

Local: Auditório UFMG

Endereço: Avenida Afonso Pena, 1.534, Centro – Belo Horizonte

 

Derrick de Kerckhove à SIANA Brésil 2009

Derrick de Kerckhove

 

Diretor do programa McLuhan Program in Culture & Technology desde 1983, Derrick de Kerckove é um professor do Departamento de Francês da Universidade de Toronto. Associado ao centro Centre for Culture and Technology de 1972 a 1980, trabalhou com Marshall McLuhan por mais de dez anos como o tradutor, o assistente e o co-autor. Trabalhou em duas coleções de ensaios sobre McLuhan, cultura, tecnologia e biologia denominado “Understanding 1984” (UNESCO, 1984) e “McLuhan e la metamorfosi dell’uomo” (Bulzoni, 1984). Outras publicações incluem « The Alphabet and the Brain” (Springer Verlag, 1988) e “La civilisation vidéo-chrétienne” (Feltrinelli, 1991),  publicações que registram o impacto do alfabeto na mente e na sociedade.

 

Outras publicações: The Skin of Culture (Somerville Press, 1995); Connected Intelligence (Somerville, 1997); La conquista del Tempo (Editori Riuniti, 2002) e La Carta di Zurigo. Seu livro mais recente, ‘McLuhan for Managers”, em colaboração com Mark Federman, foi publicado em setembro 2003. http://www.utoronto.ca/mcluhan/derrickdekerckhove.htm


Datas: 01.07.09

Horário: 9h – 12h

Local: Auditório UFMG

Endereço: Avenida Afonso Pena, 1.534, Centro – Belo Horizonte

 

Virilio et les nouvelles formes de dictature

Paul Virilio s’intéresse au pouvoir de la vitesse. Ce qui lui semble important est le passage de la communauté d’intérêt à une communauté d’émotion. Dans ce cas, le temps domine l’espace, où l’homme encore ne vit pas dans l’instant, c’est l instant qui domine. Il voit même une menace qui est celle d’un passage de l’accélération du temps qui est permis par la technologie à une accélération du réel. Dans les médias, cela se traduit par des comportements nouveaux. Avant, les médias traitaient des événements, maintenant, ils nous livrent des séries d’accidents au même moment les mêmes émotions aux quatre coins de la planète…11 septembre, vache folle, grippe mexicaine, vol AF 447 en sont des noms de code.

Il en tire quelques conséquences. Pour lui, la démocratie nécessite la confiance dans ceux qui nous représentent et donc impose de disposer du temps pour l’établir. Les outils actuels tendent à transformer une démocratie directe souhaitée en une démocratie de l’instantané. La médiacratie qu’elle utilise, génère alors des réactions politiques de mauvaise qualité, forme de dictature du temps. Pour lui, la société aboutit même à des nano-temporalités qu’elle intègre dans des objets techniques. Ainsi, des nano-chronologies se mettent en place en dehors de la limite du temps

Un bilan de vélo parisien

Un bilan de vélo, les fameux vélib’s parisien, les vélos de la liberté….

Voici le bilan présenté encore récemment. Sur 20000 velib’s lancés à la conquête de la capitale de la France, Paris, 7800 ont été déjà volés, il suffit d’aller dans quelques pays pour s’en rendre compte…. Mais aussi 11600 ont été vandalisés ou abimés….

Etienne Delessert, un illustrateur …

Etienne Delessert est né en 1941 à Lausanne (Suisse) et démarre sa carrière dans cette ville en 1959. Dès 1962, il passe son temps entre la Suisse, la France et les Etats-Unis. De 1972 à 1984, il dirige l’atelier Carabosse à Lausanne, spécialisé dans les films animés, en 1977, il avait fondé sa propre maison d’édition Tournesol. Depuis 1985, il vit dans le Connecticut. Ce peintre et illustrateur porte exactement le même nom que le banquier et industriel protestant Étienne Delessert. Il était né à Lyon le 30 avril 1735 et mort à Paris le 18 juin 1816, mais avait lui aussi beaucoup voyagé.

Paul Mathias et les questions de solidarité

Le philosophe Paul Mathias s’intéresse aux questions de solidarité en utilisant deux modèles. Le premier modèle est celui du « tenir ensemble », c’est un modèle technique, celui qui analyse par analogie le cas du réacteur qui se décroche de l’aile. Le second modèle ou modèle organique est celui de la solidarité des cellules qui permettent de construire le corps. Si elles se désolidarisent sérieusement, c’est la mort.

A la question : pourquoi faire de la solidarité ? Le philosophe évoque à la fois la cohésion sociale et le fait d’avancer ensemble. Il se reprend immédiatement en affirmant que cela peut apparaître comme un objectif d’égalité mais qu’il vaudrait mieux insister sur le « être ensemble ». Le réseau, le net apparaît alors comme un outil de partage, d’objet de sens et, principalement de partage de compétences et de connaissances. Il précise en disant que les compétences et les connaissances ne sont pas seulement que mathématique, physique, et littérature mais aussi et surtout le partage culturel des connaissances de la vie.